! ATUALIDADES

1 - TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO – PRÓS E CONTRAS !
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

RIO SÃO FRANCISCO - DELMIRO GOUVEIA/AL
A TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO É O PROJETO DE TRANSPOSIÇÃO DE PARTE DAS ÁGUAS DO RIO SÃO FRANCISCO, NO BRASIL, NOMEADO PELO GOVERNO BRASILEIRO COMO "PROJETO DE INTEGRAÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO COM BACIAS HIDROGRÁFICAS DO NORDESTE SETENTRIONAL".
O PROJETO É UM EMPREENDIMENTO DO GOVERNO FEDERAL, SOB RESPONSABILIDADE DO MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL – MIN. A OBRA PREVÊ A CONSTRUÇÃO DE MAIS DE 700 QUILÔMETROS DE CANAIS DE CONCRETO EM DOIS GRANDES EIXOS (NORTE E LESTE) AO LONGO DO TERRITÓRIO DE QUATRO ESTADOS (PERNAMBUCO, PARAÍBA, CEARÁ E RIO GRANDE DO NORTE) PARA O DESVIO DAS ÁGUAS DO RIO. AO LONGO DO CAMINHO, O PROJETO PREVÊ A CONSTRUÇÃO DE NOVE ESTAÇÕES DE BOMBEAMENTO DE ÁGUA.
ORÇADO ATUALMENTE EM R$ 8,5 BILHÕES, O PROJETO, TEORICAMENTE, IRRIGARÁ A REGIÃO NORDESTE E SEMIÁRIDA DO BRASIL.
O PRINCIPAL ARGUMENTO DA POLÊMICA DÁ-SE SOBRETUDO PELA DESTINAÇÃO DO USO DA ÁGUA: OS CRÍTICOS DO PROJETO ALEGAM QUE A ÁGUA SERÁ RETIRADA DE REGIÕES ONDE A DEMANDA POR ÁGUA PARA USO HUMANO E DESSEDENTAÇÃO ANIMAL É MAIOR QUE A DEMANDA NA REGIÃO DE DESTINO E QUE A FINALIDADE ÚLTIMA DA TRANSPOSIÇÃO É DISPONIBILIZAR ÁGUA PARA A AGROINDÚSTRIA E A CARCINICULTURA — CONTUDO, APESAR DA CONTROVÉRSIA, TAIS FINALIDADES SÃO ELENCADAS COMO POSITIVAS NO RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL (RIMA) EM RAZÃO DA CONSEQUENTE GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA.


A GESTÃO DAS ÁGUAS DA TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO
Roberto Malvezzi (Gogó) *
Um dos aspectos pouco debatidos no projeto de transposição do rio São Francisco é exatamente a forma como essas águas serão administradas. Essa questão, que a princípio parece secundária, é fundamental. Na verdade, o entendimento da gestão explica toda a estratégia e ponto de chegada do projeto.
Em princípio, as Centrais Hidroelétricas do São Francisco (Chesf) irão constituir uma empresa (Chesf Águas) que será responsável pela captação e transferência dessas águas até aos estados receptores. A Chesf irá vender as águas do São Francisco às empresas criadas por esses estados, sejam elas públicas ou privadas. Não sei como uma empresa pode fazer isso à revelia do Comitê de Bacias, mas ultimamente tudo é possível. Portanto, primeiro entendimento: a Chesf transformará as águas do São Francisco em mercadoria e as venderá como um produto qualquer.
Cada estado, por sua vez, terá que criar sua empresa receptora, seja ela pública ou privada. Quando as águas transpostas ultrapassarem o divisor de águas e caírem nos estados receptores, então entra a vez das empresas estaduais. Elas vão comprar essas águas da Chesf Águas e as venderão para os usuários. Entenda-se por usuários os que vão utilizar essas águas com finalidade econômica: irrigantes, criadores de camarão, indústria, empresas de saneamento, assim por diante. No caso do saneamento, as empresas comprarão águas das empresas receptoras do São Francisco e as repassarão ao consumidor final. 
 Dom Frei Luiz Flávio Cappio
PROSTETOU CONTRA A TRANSPOSIÇÃO
FAZENDO GREVE DE FOME

Portanto, do ponto de vista do abastecimento humano, as águas do São Francisco passarão pelo aumento de preço em três etapas: na venda da Chesf para as empresas estaduais, na venda das estaduais para as empresas de saneamento e finalmente na venda das empresas para os consumidores finais. Como estará lidando com a água de uma forma mercantil, evidente que cada empresa, além de seus custos, terá sua margem de lucro. O preço da água para o consumidor final, então, ainda é praticamente incalculável, apesar dos discursos oficiais garantirem preço acessível.
ATÉ AS ÁGUAS DAS CHUVAS SERÃO PRIVATIZADAS

O SÃO FRANCISCO NASCE NA SERRA DA CANASTRA-MG
Mas não é só isso. Hoje as águas de chuvas estocadas nos açudes nordestinos são de graça. Não há custo com energia, manutenção de obras, mão de obra, etc. Há apenas o custo da distribuição dessa água, onde ela acontece. Porém, se um dia chegarem as águas da transposição, as empresas vão se apossar também dessa água de chuva, já que as águas da transposição serão despejadas exatamente nos grandes açudes que abastecem a região Norte e Nordeste. Resumo da ópera: toda açudagem nordestina, construída com dinheiro público e a serviço do povo, será transformada em propriedade privada após a transposição. Literalmente, uma eterna mina de dinheiro. Nem Midas sonhou que fosse tão fácil transformar água em ouro.
Após essa simples constatação fica fácil entender a grande estratégia da transposição, isto é, a privatização e mercantilização das águas nordestinas.
Essa aspiração não é tão nova. Já no governo Fernando Henrique, sob influência do Banco Mundial, a Agência Nacional de Águas forçava o Ceará a criar um “mercado de águas”. Era para ser uma experiência piloto para todo o Brasil. Com a chegada de Lula ao poder, não houve tempo para sua implantação. Havia um certo alívio na Secretaria Nacional de Recursos Hídricos com a supressão dessa experiência. Porém, para surpresa geral, a transposição é muito mais grave em termos de privatização e mercantilização, do que a própria experiência do mercado de águas. Agora, a própria Chesf afirma que fará leilão das águas excedentes do São Francisco. Portanto, quem menos anda, voa. 


Nessa questão da transposição não há espaço para ingenuidade e nem meio termo. Quem apoiar a transposição estará apoiando, no futuro, a privatização e mercantilização de toda água nordestina.
As populações dos estados receptores também precisam tomar consciência desses desdobramentos. Quem vai pagar essa conta é o povo do Nordeste. Por isso que o Professor João Abner da Costa, do Rio Grande do Norte, costuma dizer que a transposição é um “presente de Grego”. Isto mesmo, a população terá que pagar muito mais caro, sem aumentar uma gota d’água no consumo, pela água que recebe hoje. Com um agravo: não terá mais como voltar atrás. Estará para sempre dependente das empresas privadas que comercializarão todas as águas do Norte e Nordeste.
Penso que é um preço amargo demais para quem acha que vai melhorar sua condição de vida com as águas da transposição.
* Roberto Malvezzi, o Gogó, tem formação em teologia e filosofia, e é integrante da Coordenação Nacional da CPT (Comissão Pastoral da Terra)
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
APRENDA MAIS SOBRE  O
RIO SÃO FRANCISCO

ANGINQUINHOS - DELMIRO GOUVEIA-AL

O RIO SÃO FRANCISCO, POPULARMENTE CONHECIDO POR “VELHO CHICO”, NASCE NA SERRA DA CANASTRA (MINAS GERAIS). POSSUI UMA EXTENSÃO DE 2800 QUILÔMETROS E ATRAVESSA OS ESTADOS DE MINAS GERAIS, BAHIA, PERNAMBUCO, SERGIPE E ALAGOAS.

O RIO SÃO FRANCISCO DESEMBOCA NO OCEANO ATLÂNTICO E POSSUI VÁRIOS RIOS AFLUENTES EM SUA BACIA HIDROGRÁFICA: ABAETÉ, DAS VELHAS, PARAOPEBA, JEQUITAÍ, PARACATU, VERDE GRANDE, URUCUIA, CARINHANHA, CORRENTE E GRANDE.

O SÃO FRANCISCO POSSUI UMA GRANDE IMPORTÂNCIA ECONÔMICA NA REGIÃO POR ONDE PASSA, POIS, É USADO PARA NAVEGAÇÃO (EM ALGUNS TRECHOS), IRRIGAÇÃO DE PLANTAÇÕES E PESCA. EM FUNÇÃO DESTA IMPORTÂNCIA, EXISTE UM PROJETO DO GOVERNO FEDERAL QUE PRETENDE FAZER A TRANSPOSIÇÃO DO RIO PARA QUE AS ÁGUAS POSSAM ATINGIR REGIÕES QUE SOFREM COM A SECA NORDESTINA.

O RIO SÃO FRANCISCO TAMBÉM É UMA IMPORTANTE VIA DE TRANSPORTE DE MERCADORIAS NA REGIÃO. OS PRINCIPAIS PRODUTOS TRANSPORTADOS, EM EMBARCAÇÕES ESPECIAIS, SÃO: SAL, ARROZ, SOJA, AÇÚCAR, CIMENTO, AREIA, MANUFATURADOS, MADEIRA E ALGUNS MINÉRIOS. HÁ TAMBÉM O TRANSPORTE DE TURISTAS, POIS O PASSEIO PELO RIO É MUITO PROCURADO.


CURIOSIDADE: O RIO SÃO FRANCISCO TAMBÉM É CONHECIDO COMO RIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL.


 coisanordestina@gmail.com                                 coisanordestina@gmail.com 
2 - CINEMA


Gonzaga - de Pai para Filho
é eleito o melhor filme da Mostra
de Cinema Brasileiro na Rússia
Aline Valcarenghi - Agência Brasil21.10.2013 - 16h37 | Atualizado em 21.10.2013 - 17h02


A narrativa vencedora é marcada pela música e pelas histórias de vida do sanfoneiro, cantor e compositor Luiz Gonzaga e de seu filho, o também compositor e cantor Gonzaguinha(Marcos Farias / Arquivo Pessoal)
Brasília - O longa nacional Gonzaga - de Pai para Filho, do diretor Breno Silveira, foi escolhido pelo público como o melhor filme da 6ª Mostra de Cinema Brasileiro na Rússia. A produção recebeu o maior número de votos de “excelente”. A mostra foi realizada de 9 a 15 de outubro em Moscou e, em seguida, de 17 a 20 em São Petersburgo.
A narrativa vencedora é marcada pela música e pelas histórias de vida do sanfoneiro, cantor e compositor Luiz Gonzaga e de seu filho, o também compositor e cantor Gonzaguinha. A tensa relação entre pai e filho é o fio condutor do filme, uma superprodução de R$ 12 milhões, rodada em locações no Nordeste e no Rio de Janeiro. O roteiro de Patricia Andrade teve como fonte o livro Gonzaguinha e Gonzagão – Uma História Brasileira, da jornalista Regina Echeverria.
Além do filme vencedor, a 6ª Mostra de Cinema Brasileiro na Rússia exibiu nove produções brasileiras, entre elas as comédias Vendo ou AlugoAté que a Sorte nos Separe e De Pernas pro Ar 2. Também foram exibidos os dramas À Beira do Caminho e Paraísos Artificiais. O ator que interpreta o mestre Gonzaga, Chambinho do Acordeon, esteve presente na mostra e participou de um debate com o público.
Organizado pela Linhas Produções Culturais, em parceria com a Embaixada do Brasil em Moscou e com o Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores, o projeto tem como objetivo disseminar a cultura brasileira na Rússia, apresentando produções cinematográficas contemporâneas.
Edição:DaviOliveira                                                                      Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

 coisanordestina@gmail.com                                 coisanordestina@gmail.com 



3 - POR VIDAS MENOS SECAS


Pesquisadores discutem os avanços na previsão de situações extremas no Nordeste e apontam alternativas para adaptar a região ao ciclo interminável da seca, trazer desenvolvimento ao interior e evitar os efeitos de possíveis mudanças no clima.
Por: Marcelo Garcia

Não é preciso ser alarmista nem se enveredar por cenários pessimistas sobre mudanças climáticas para perceber: a situação da água é preocupante em todo o mundo. A população mundial quase triplicou desde 1950 e o desenvolvimento trouxe novas demandas de produção e novos hábitos de consumo e higiene, o que pressiona cada vez mais nossos recursos naturais, em especial a água. No Nordeste do Brasil, onde a preocupação com a seca vem de longa data, está em curso uma das piores estiagens das últimas décadas. Mas o que deve ser feito para adaptar a região e promover seu desenvolvimento mesmo sob tais condições?
“Hoje, um bilhão de pessoas não têm acesso seguro à água para beber e as áreas com tendência à desertificação no mundo têm crescido, inclusive no semiárido nordestino, por fatores como o mau uso do solo e a derrubada da cobertura vegetal”, avaliou o engenheiro José Almir Cirilo, secretário de recursos hídricos e energéticos de Pernambuco, durante mesa-redonda realizada na 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. No contexto global, a questão já vem gerando tensões internacionais. No Nordeste, não se fala em guerra, mas a seca atual tem deixado o clima mais ‘quente’, segundo Cirilo, com disputas locais pela utilização de reservatórios ainda não exauridos.
Cirilo: “Hoje, um bilhão de pessoas não têm acesso seguro à água para beber e as áreas com tendência à desertificação no mundo têm crescido, inclusive no semiárido nordestino”
No total, o semiárido nordestino abriga 22 milhões de pessoas, quase metade delas em áreas rurais. Ao contrário do que se pode pensar, o histórico problema na região não acontece por falta de chuvas, como explicou o meteorologista Antonio Divino Moura, diretor do Instituto Nacional de Meteorologia. “O problema seria, então, a gestão dos recursos? Também, mas não só isso”, afirmou. “Existe um conjunto de fatores desfavoráveis: chuvas muito mal distribuídas, evaporação muito intensa, solos rasos que acumulam menos água, salinização da água pela presença de rochas cristalinas e falta de aquíferos de grande porte.”
As perspectivas de mudanças climáticas podem agravar o cenário. Um estudo feito por Cirilo avaliou o possível efeito do aquecimento global sobre as barragens do rio São Francisco: considerando apenas o aumento do intervalo de dias sem chuva, sem redução do volume pluviométrico total, a pesquisa mostrou que os mananciais passariam mais tempo secos, encheriam mais rápido e perderiam mais água – uma redução que poderia chegar a 30% no volume desses reservatórios.
O clima sob análise
Um importante fator para prevenir o impacto negativo das secas é uma acurada previsão meteorológica, que consiga prever esses acontecimentos intensos. Moura explicou que essa ciência ainda é relativamente nova no Brasil e os conhecimentos sobre o clima do Nordeste também, mas já têm contribuído bastante para a tomada de decisão e a adaptação da região em busca de um desenvolvimento sustentável mesmo diante de condições severas.
“Há 30 anos ninguém estudava o Nordeste, mas hoje existe mais conhecimento sobre a dinâmica climática da região, a importância de cada componente, é possível identificar tendências de seca e inundações”, destacou Moura. Um passo importante para conhecer melhor o clima da região, segundo o meteorologista, é estudar a história – um modelo climático melhor do que qualquer simulação. “Recuperar essa memória é importante para entender a variabilidade natural do sistema e avaliar possíveis mudanças climáticas”, afirmou. “No entanto, a tarefa é complicada: temos acervos com mais de 12 milhões de documentos, desde a época do Império, mas tudo em papel e em estado muito frágil.”
Para Moura, o maior conhecimento meteorológico ajuda a explicar, por exemplo, os diferentes impactos da seca de 1877, considerada a pior da história por ter causado milhares de mortes, e da seca de 1998, também muito grave, mas sem casos fatais. Cirilo destacou outros dois fatores que ajudaram a minimizar o drama nos últimos anos: o desenvolvimento do país e os benefícios sociais concedidos aos habitantes da região.
Mitigação e adaptação
Desde o ano passado, no entanto, o Nordeste vem sendo fustigado por uma forte seca, após alguns anos de refresco – de fevereiro a abril de 2013, choveu menos de 50% do normal em diversas regiões, índice muito abaixo da média histórica. Para tentar fugir desse ciclo sem fim, muitas tecnologias têm sido empregadas na região e está em andamento uma das maiores obras hidráulicas do mundo, a transposição do rio São Francisco.
De fevereiro a abril de 2013, choveu menos de 50% do normal em diversas regiões do Nordeste
Segundo Cirilo, medidas simples já podem significar um grande avanço. “Toda casa deveria ter cisternas para acumular água da chuva, precisamos investir em poços, barragens subterrâneas, equipamentos de dessalinização da água para extrair o recurso de leitos cristalinos e no terraceamento para otimizar recursos hídricos na agricultura”, exemplificou. Entre os gastos, há o custo de manutenção dos equipamentos – para o engenheiro, um emprego de recursos muito mais eficiente do que a contratação de caminhões-pipa.
A falta de adequação das atividades econômicas da região à seca compôs, segundo Cirilo, a ‘cara’ do evento atual, marcada pelas imagens impactantes do gado morto. “A área do agreste não é boa para produzir gado bovino”, afirmou. “Mas, com a melhora da qualidade de vida e vários anos de invernos chuvosos, o otimismo aumentou e as pessoas investiram em pequena pecuária, que recebeu o primeiro e mais severo impacto do clima.”

Pensar em alternativas de combate à seca em longo prazo passa, segundo o engenheiro, pela busca de opções para suprir a necessidade de água já existente. “Em Pernambuco, por exemplo, a única forma de atender a demanda de cidades como Feira de Santana e Caruaru, com mais de 300 mil habitantes, é a transposição das águas do São Francisco”, avaliou. “Estamos apostando todas as nossas fichas nisso, não temos mais recursos hídricos locais a serem aproveitados, não há mais onde construir barragens.” Apesar do otimismo do secretário de recursos hídricos e energéticos de Pernambuco, a obra, orçada em R$ 8,3 bilhões, foi severamente criticada em outra mesa-redonda na reunião da SBPC.
Para adaptar de fato a região à seca, no entanto, Cirilo destacou a necessidade de incentivar atividades econômicas que levem desenvolvimento ao interior. “É o que pretendemos fazer em parte do agreste com a transposição: estimular a produção de alimentos, a agroindústria, onde os solos são mais favoráveis”, explicou. “Nesse caso, não é só trazer a água, mas investir no armazenamento, processamento e escoamento; por isso, vai ser implementada a ferrovia transnordestina, que ligará o interior aos portos, a preços competitivos”, completou.
MARCELO GARCIA -  CIÊNCIA HOJE
 coisanordestina@gmail.com                                 coisanordestina@gmail.com 








Nenhum comentário:

Postar um comentário